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A mostrar mensagens de Janeiro, 2016

Portas e Marcelo. Take II.

Évora. A mágica capital do Alentejo.

Regressar a Évora é sempre voltar às boas memórias da minha vida. Normalmente em trabalho houve momentos passados que foram de ócio, entre amigos e pessoas que me acompanham nesta etapa que se chama Vida. Évora é das minhas cidades preferidas. E se alguma vez eu duvidar, assim que eu ponho lá o pé, desfazem-se imediatamente todas as dúvidas.

A velhinha história da Vichyssoise.

Estou quase no fim de "Independente - A Máquina de Triturar Políticos". E o momento desta passagem não podia ser mais adequado. As velhinhas relações entre o recém eleito Presidente da República e Paulo Portas. No tempo em que um era já uma raposa velha e o outro era um brilhante jornalista aos comandos do Indy.

A prova de fogo da vida de Marcelo.

Sem surpresas, Marcelo Rebelo de Sousa foi eleito presidente da República. Em democracia não se ganham eleições antes de contados todos os votos, dita o bom senso e as boas regras democráticas. Contudo, nesta eleição, atípica e expectante pelo número de candidatos, desde logo se percebeu, que o antigo comentador partia para o jogo em clara vantagem em relação a todos os outros. Além da sua popularidade, que fazia mossa em todos os estratos sociais, em todas as faixas etárias, da esquerda à direita, Marcelo quis arriscar a campanha do povo. Sem cartazes, sem comícios, sem grandes almoços e jantares, sem arruadas ou histerismos de rua e nos mercados. Até marmita o professor levava para a campanha. E mesmo com Sampaio da Nóvoa a ganhar terreno nas últimas duas semanas, dificilmente a eleição escaparia a Marcelo. Além das duas surpresas da noite, Marisa Matias e Tino de Rãs, há de facto um problema que a esquerda, nomeadamente António Costa tem em mãos. O PS, institucionalmente, optou por …

E depois da (longa) espera, eis que Lisboa entra no roteiro dos 50 anos!

Presidenciais 2016. A noite deles.

Fotos: Global Imagens e Lusa
As imagens de uma noite eleitoral. Entre vencedores e vencidos, o importante é que tiveram a coragem de se candidatar. E isso, acho eu, não desprestigia a democracia, pelo contrário, só a enriquece. Não passamos a vida a dizer que precisamos de caras novas? De gente fora do sistema que se chegue à frente? Aí os tivemos, com as suas diferenças, com as suas mais-valias e fraquezas. É isto a Democracia.

A hora de Marcelo e a dúvida legítima.

Marisa e Tino. Dois nomes que marcam as presidenciais 2016.

Marisa e Tino. Dois candidatos que, goste-se ou não, provaram que, com a ajuda da abstenção, podem ser a alternativa às ofertas tradicionais e de sistema. Não sendo vencedores, fizeram um brilharete, de norte a sul. E merecem, legitimamente, o reconhecimento das suas candidaturas.

«A candidata engraçadinha» (que não temos).

«Podíamos arranjar uma candidata engraçadinha, mas não somos capazes de mudar». Jerónimo de Sousa, sobre aquela que foi uma das maiores derrotas da história do PCP.

Presidencias 2016. Uma das frases da noite.

«Maria de Belém foi vítima de assassinato político». Marçal Grilo.

Marcelo Presidente.

30 anos depois, o fim do Cavaquismo.

Indy. No tempo em que o jornalismo era de outro mundo.