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Mensagens

A mostrar mensagens de Dezembro, 2015

Feliz 2016 para todos. E que as pessoas venham em primeiro.

No último dia do ano, desejamos a todos um Próspero Ano Novo, repleto de esperanças e sonhos por cumprir. A imagem que acompanha este desejo foi tirada ontem à noite, na Gare do Oriente, em Lisboa. Representa as vidas que moram lá fora. Simboliza aquilo que eu há muito aprendi. O que mais importa na vida são as pessoas. E nada mais do que as pessoas. Bom ano para todos.

Portas. «Vou só ali e já volto».

Crónica de uma fuga (não) anunciada.

Nada supera o valor de uma vida.

A morte de um jovem de 27 anos no Hospital de São José, em Lisboa, por falta de neurocirurgiões de prevenção ao fim-de-semana, prova e demonstra bem o estado a que chegou o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Sabemos, todos nós, por experiência própria, que o serviço público de saúde sofre, há muitos anos, de carência de muitos cuidados. E só quando se perdem vidas sofremos na pele a dimensão de um problema para o qual todos nós contribuímos. A Saúde tem e deve ser pública. Ao contrário de outros setores, que tantos defendem que se mantenham públicos, a vida de todos nós é que devia sempre ser pública e estar acima de todas as coisas. Porque nada supera a perda de uma vida.

Retificativo aprovado pelo Centrão unido.

O dia 23 de dezembro fica inscrito como o primeiro sinal de fraqueza do acordo parlamentar à esquerda, que suporta o Governo liderado por António Costa. A votação esta manhã do orçamento retificativo colocou à tona aquele que pode vir a tornar-se um sério problema para o primeiro-ministro. PCP, Bloco e Os Verdes chumbam o documento. Costa também sabe que será algo que o espera porque em matérias de regime, o Centrão pensa da mesma maneira. E por essa razão o PSD, que se absteve, deu luz verde ao orçamento que, de certa forma, é também o seu. Passos ignora a promessa «da mão» que disse que não estendia a Costa para viabilizar o que quer que fosse. Já o CDS, como bom pequeno partido de Oposição, e que à semelhança do seu líder, não esquece o passado recente, votou contra (o desejo de que a coisa corra mal à esquerda é mais veloz que a própria sombra do partido). Seja como for, e apesar do buraco do Banif (com claras responsabilidades para o Governo de Passos Coelho por não ter resolvido…

PSD e CDS: o reínicio da solidão política.

PSD e CDS oficializaram na semana passada o fim do casamento. É certo que há matrimónios que duram menos do que quatro anos. E o momento atual, com novo Governo, que, aparentemente, está para durar, coloca desafios antigos aos dois partidos. Voltam ambos aos lugares a que pertencem. Pedro Passos Coelho e Paulo Portas sabiam, de antemão, que assim seria, e reiniciam agora os velhos lugares e posições no Parlamento enquanto partidos de oposição. Com o Governo de esquerda que, de acordo com Costa, é para uma legislatura, sobretudo o PSD sabe que regressou a hora de se afirmar, sozinho, enquanto maior partido da oposição. Chegou o momento de referendar-se a si mesmo, por isso mesmo marcou já congresso para abril de 2016. Portas deverá fazer o mesmo. Passos sabe que tem de marcar território com as alternativas que defende. Além do PSD também CDS terá agora de aproveitar os momentos mais importantes para a sua afirmação política individual. No quadro mais otimista, as próximas legislativas …

Amoun e a sua história, por Yannis Behrakis.

O caminho de Costa.