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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2015

I e o Sol. Crónica de uma morte anunciada?

I e Sol seguem na fasquia da imprensa portuguesa em crise. O fecho anunciado esta segunda-feira vem colocar, uma vez mais, o dedo na ferida. As vendas - ou a falta delas - são sempre a derradeira facada nas vidas dos seus trabalhadores. Quem já enterrou jornais - e eu infelizmente já passei por isso - sabe o quão doloroso é a sua morte. A reinvenção do jornalismo português há muito que é imperativa. O mundo avançou e a classe tem, necessariamente, que vançar também. O online, para o bem e para o mal, é a compensação que pode colmatar, na minah opinião, a lacuna da crise do papel. Um país que não compra jornais não pode ter uma imprensa diversificada. Perdemos todos. Perde a missão de informar. Hoje cava-se mais fundo na viuvez em que nos encontramos.

O melhor de Pacheco Pereira.

É um dos nossos maiores historiadores. É uma personalidade controversa, sobretudo pela honestidade que o caracteriza. Não tem medo de dizer o que pensa. É um democrata por natureza. E a entrevista que concedeu à nova Revista História, do JN, é exemplar do ser humano que é. Alguns excertos da entrevista de Pacheco que publicamos nos últimos dois dias no Facebook do Platonismo.

A semana histórica que virou o país à esquerda.

Esta foi uma semana demasiado intensa. Politicamente falando. Foram momentos históricos o que aconteceram  para os lados de Belém, São Bento e do Palácio da Ajuda (ai se este último falasse…). Bons e maus. Houve de tudo. Muito já se escreveu e disse. Segunda-feira diremos, de nossa justiça, como vimos esta viragem à esquerda, em Portugal. Histórica e com muitas pontas soltas ainda.

O 25 de novembro.

No final do período revolucionário que se seguiu ao 25 de abril, Portugal esteve à beira de uma guerra civil. Depois de um período de disputa pelo poder político-militar, que abrange todo o verão de 1975, a verdade é que a democracia acabou por nascer de um parto difícil. Porque o 25 de novembro, esquecido nos manuais do ministério da Educação desde sempre, merece ser sempre lembrado. É hoje. 
Nota: A mais recente revista História, lançada pelo JN este mês, faz do tema capa. E é imperdível a entrevista de Pacheco Pereira nesta edição.

Habemus Costa, primeiro-ministro.

O Presidente da República indigitou António Costa como primeiro-ministro do XXI Governo Constitucional. Foram 50 dias sem governo entre a incerteza e incredulidade. Espero que agora, o novo Governo retome as rédeas de um país que continua a precisar de ter juízo. Que não se esqueça do que prometeu, que não seja mais um, que se socorre de dados intemporais para justificar promessas vãs. Precisamos de equilíbrio e, acima de tudo, de estabilidade interna q.b.

Qual ética? Qual res publica? Mentir é que está a dar.

Indy, História e Aristides de Sousa Mendes

Leituras para pôr em dia. Cada vez mais a acumular na estante. :-)

Michel Giacometti. 25 anos da sua morte.

A nova Era tem um nome. Terrorismo de massas.

Um Presidente. Uma viagem. Uma irresponsabilidade.

A dor de Paris é a dor de todos os atentados no mundo.

O mundo chora a dor de Paris. O mundo somos nós. E, ao contrário das teses negativas, estou certa que o mundo também chora os ataques terroristas noutros pontos do globo. Mas é inato no ser humano que esse choro se personifique de forma intensa quando os banhos de sangue acontecem mais perto das nossas vidas. E isso não significa que não lamentemos e não nos choquemos com a mais longínqua matança desta gente sem escrúpulos, caráter e consciência. Ficam as imagens, que falam por si. Fontes: Reuters e AFP.

A sexta-feira 13 de horror em Paris.

Porque o mundo continua às mãos do terror e dos monstros que matam indiscriminadamente. E em massa. O coração parisiense é hoje o coração de todos nós. Rezamos por eles. E por todos nós.