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A mostrar mensagens de Outubro, 2014

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 304.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 304:«Não há talento. Só há bois. Bois a marrar».

Este país que eu amo e que...chora!

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 303.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 303:«A nossa alma é esta, sermos escravos de um país permanentemente em crise».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 302.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 302:«pelos ossos da minha irmã que está na cova que aviei seis numa tarde, sem tirar o bivaque de magala».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 301.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 301:«Numa boa página de prosa ouve-se a chuva».

Algarve. Entre a serra e o mal, eis o Barrocal.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 300.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 300:«Estou farto de me chamar António Lobo Antunes. Isto tem um lado de que não gosto muito, de exposição pública».

O mapa do ébola.

Mapas do Google Maps e gráficos, baseados nos dados da Organização Mundial de Saúde e dos centros de prevenção e controlo de doenças dos Estados Unidos, mostram a geografia do ébola. Estão em constante actualização e podem ser consultados à distância de um clique.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 299.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 299:«Tenho uma letra da quarta classe. Que remédio, tenho que me ler».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 298.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 298:«Escrever é uma coisa que se faz e de que não se fala. Não se fala da forma como fazemos amor com a nossa mulher. Fazemos simplesmente amor».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 297.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 297:«Não sei bem se é alegre ou maçadora mas é a vida e pronto, temos de viver com o que temos, conforme garantia sempre o meu pai».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 296.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 296: «Quero sombras. Verdes e azuis. E quero luz, branca, celestial, digna de receber as sombras, combatê-las e educá-las».

Sabores a Sul.

Centram-se nos princípios da Dieta Mediterrânica cujo país ganhou já estatuto de Património Mundial da Humanidade. É no sul que os seus sabores ganham essa expressividade. No olhar, no sabor, no paladar. São sabores a Sul que também nos descobrem.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 295.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 295: «Um dia ela veio e disse-me: "estás mais sorridente". Eu respondo-lhe: "estou mais rabugento, e isso faz de mim mais simpático».

Saberes guardados nas mãos certas.

Saberes ancestrais guardados nas profundezas das paisagens serranas algarvias. Há muito mais para descobrir além do «sol e praia» a sul. Nos próximos meses havemos de contar as estórias que o tempo não apaga, que homens e mulheres ainda guardam e os tentam passar às gerações vindouras.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 294.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 294: «Os sonhos que nos concedem na vida são reflexo do Interior que geramos no ventre da nossa Mãe. Somos parte dela e de algo que está feito em nós».

O orçamento do terror. Mais um.

Na semana que passou os portugueses ficaram a conhecer a proposta do Orçamento do Estado para 2015. Aqueles que pensavam que este ia ser o Orçamento pré-eleitoral, com medidas populistas e a apelar ao coração do eleitorado, enganaram-se. Ainda que o Governo queira passar manteiga junto de todos nós, a verdade é que o documento que irá gerir a vida do país no próximo ano está repleto de hipocrisias e premissas envoltas em promessas que nunca se irão concretizar. A Troika saiu mas as medidas gravosas de austeridade permanecem. Entre aumento de impostos, redução de prestações sociais, diminuição de verbas para a Saúde, Educação e Justiça e políticas que sustentam a máquina fiscal, pouco mais resta neste impiedoso Orçamento que irá, mais um ano, tornar num Inferno a vida dos cidadãos. O mais demagógico é a carrada de «ses» anunciados como se de benesses se tratassem. Os impostos só baixarão se as receitas fiscais, nomeadamente no IRS e no IVA, forem maiores que o esperado. Alarga-se a nat…

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 293.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 293: «Apetece-me ficar aqui, sozinho, calado, ouvindo a multidão, os gritos, os choros e os risos. Apetece-me, pronto».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 292.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 292: «Durante muitos anos havia uma coisa que me intrigava: a sensação que temos, quando estamos entre o dormir e o acordar, de ter percebido o segredo do mundo. De que tudo é simples e claro».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 291.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 291:«(...) penso no absurdo de escrever. De estar a escrever quando podia estar com os amigos, ir ao cinema, ir dançar que é uma coisa de que gosto... mas não, um tipo está ali e é um bocado esquizofrénico. (...) Há sempre uma parte subterrânea nas obras de arte impossível de explicar. Como no amor. Esse mistério é, talvez seja, a própria essência do acto criador. (...) Quando criamos é como se provocássemos uma espécie de loucura, quando nos fechamos sozinhos para escrever é como se nos tornássemos doentes. A nossa superfície de contacto com a realidade diminui, ali estamos encarcerados numa espécie de ovo... só que tem de haver uma parte racional em nós que ordene a desordem provocada. A escrita é um delírio organizado».

Jogos de poder onde quem menos conta somos nós.

Daniel Serrão. Um Humanista por Inteiro.

Um dos génios maiores da ética e da Bioética em Portugal, reconhecido médico, e Humanista da sua área, está gravemente ferido, nos cuidados intensivos do Hospital de S. João no Porto. Daniel Serrão (atropelado ontem na Invicta) é apenas e só um dos grandes do meu tempo, com quem tive o privilégio de privar e entrevistar por diversas vezes. Que recupere, porque o país precisa de gente que pensa, de homens e mulheres capazes de fazer a Revolução em gritos. Só assim se pode vencer a dor silenciosa dos que não podem denunciar.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 290.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 290:«Na vida buscamos o infinito, para que nunca tenha fim, para que seja um prolongamento desta. Sejam lá estas as vidas que forem».

Quando o poder cega.

«Para efeitos do disposto no Código Penal, os funcionários da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), no exercício das funções que nessa qualidade lhes sejam cometidas, consideram-se investidos de poderes de autoridade pública». A frase está assim, preto no branco, na proposta de Orçamento do Estado para 2015 (OE/2015). A sede de arrecadar receita até os faz criminalizar ofensas e insultos. Quando o poder cega, nada nem ninguém os trava, apenas a morte, que é como quem diz, as urnas (de voto).

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 289.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 289:«Somos maiores no silêncio que na multidão. Eu sou-o. E conheço muitos iguais a mim. Ainda que prefiram achar-se os mais sociáveis do mundo».

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 288.

Momento «Em nome de ti, ALA», dia 288:«Provavelmente de livro em livro repito coisas, como nunca os li… Isto acaba por ser um paradoxo, porque eu escrevo os livros que gostava de ler e depois não os leio. Lembro-me da primeira frase da Memória de Elefante, é a única que eu sei de cor. Eu que sei de cor tantos bocados dos livros dos outros, dos que eu escrevi não me lembro».

Moçambique. Que a escolha seja livre.

Moçambique, um dos países mais queridos que transporto comigo, escolhe hoje o seu Presidente. Tento imaginar o pulsar daquele povo que me encantou e conquistou, onze anos depois de me ter recebido maravilhosamente. Que a escolha de hoje seja livre e possa trazer esperança aos sorrisos de um Povo que merece a Paz.

Também eu «tenho a alma numa latrina», Eça.