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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2013

Direcções.

As direcções (da nossa Vida) não devem nunca ter sentido obrigatório, nem proibido, nem sequer velocidade controlada ou máxima. Podem até ter inversão de sentido de marcha mas existem na exacta medida do rumo que lhe queremos dar.

Two days to MTV unplugged.

Dias cada vez mais negros.

A imagem de um dia negro, mais um, deste país em depressão. Protestos, invasões. Em parte, o país que parecia adormecido, parece acordar lentamente (empurrado pelos sindicatos). Mesmo sem saber se é para continuar, gosto de ver muita gente a acordar, mesmo que já respire pouco, muito pouco. Foto_Público.

Sonhos descobridores ao sabor de Camões.

Sonhos descobridores movem gerações quando elas menos acreditam. As nossas Vidas, digo eu, têm de se regenerar diariamente ao sabor da Ilha dos Amores e que, como Camões «cantou» n’Os Lusíadas, está ao alcance de cada um de nós. *ac@Vida*

Dilemas de um País político.

Na mesma noite em que na Aula Magna, em Lisboa, decorria o Congresso das Esquerdas, pensado e organizado por Mário Soares, quase em simultâneo, dava-se a invasão das escadarias da Assembleia da República, por parte das forças de segurança que se manifestaram em Lisboa naquele mesmo dia. É curioso perceber que dois actos tão semelhantes, e ao mesmo tempo tão diferentes, aconteceram no mesmo instante. Muito se falou e escreveu sobre os dois assuntos. Não quero aqui maçar os ouvintes com discursos teóricos e que podem até parecer demagógicos. Contudo, e porque sou uma cidadã que conhece a palavra crise há muito, muito tempo, gostava hoje de deixar apenas algumas perguntas para reflexão.  A primeira delas é simples: quantos homens e mulheres de esquerda em Portugal, que condenam as políticas actuais, estão realmente a sofrer as consequências da austeridade? Mário Soares, Freitas do Amaral, Manuel Alegre, Helena Roseta, Pacheco Pereira são apenas alguns dos que se têm unido em torno da que…

Four days to MTV unplugged.

O 25 de Novembro de um País em êxtase.

Hoje comemora-se o 25 de Novembro. Para muitos a data é esquecida mas convém lembrar aqueles que desencadearam o golpe militar que pôs fim à influência da esquerda militar radical no período revolucionário iniciado em Portugal com o 25 de Abril de 1974.

A senha da AC.

Senha de um País. Senha de um Tempo libertário. Senha do dia. Senha da AC...há 32 anos. E só sei que «nós vamos pegar o mundo pelos cornos da desgraça e fazermos da tristeza graça»... *ac@Vida*

«Nem-nem» ascendem a 500 mil.

O trabalho hoje publicado no Público revela bem para onde caminhamos enquanto sociedade evolutiva. É ler.

*ac@vida*

«Somos quem somos. E contra isso não devemos fazer rigosoramente nada. Quem gostar de nós, gostará pelo que somos, como somos e nada mais do que isso». A frase é de um académico deste país. Disse-ma há muitos anos. Retive-a sempre como crescimento interior, como convicção também. Assim quero preservá-la. No dia que deixarmos de ser nós mesmos, deixamos de ter caminho, rumo e, acima de tudo, pisamos terras movediças onde cairá a nossa personalidade mais profunda. Os que amamos, os que nos amam, aqueles que por nós se encantam assim hão-de querer que permanecemos: simples e iguais a nós próprios. Nunca se esqueçam disso. E façam disso uma luta diária. É meio caminho para vencerem as batalhas desta Guerra que é a Vida. «I will scream a word, jump into the void, I will guide the herd up to heaven»... *ac@depeche*

Queremos continuar adormecidos?

Quando um Estado (que deixou de ser de bem) quer cadastrar tudo - e não apenas o fundamental para a eficácia da máquina, como é (e bem) o caso dos impostos e da fuga que neste país sempre houve - então rumamos mesmo ao fundo. E, provavelmente, ao princípio daquilo a que nunca conheci: chama-se totalitarismo. Estamos perto, se continuarmos adormecidos.

A clareza de Schulz.

«O problema da União Europeia é, neste momento, o facto de pedir sacrifícios não para salvar as pessoas mas os bancos». Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu e candidato à presidência da Comissão Europeia, em entrevista ao i. Sempre gostei de Schulz: pela clareza de espírito, arrojo nas ideias e sensível que nem um de nós.

Insurgente me confesso.

Insurgente me confesso ante a (s) esquerda (s) que «exige(m)» demissões (a torto e a direito) de um Governo eleito na Democracia que eles dizem ser sua. Esquerda (s) essas que, sozinhas, vale (m) pouco (muito pouco) na legitimidade das urnas. Rebelde prometo ser com a direita arrogante que comanda um país, liderado por uma minoria chamada Caldas. No fundo, Portuguesa não abdico de ser, ainda que refém de muitas teorias e conspirações que diariamente são criadas nos meandros dos aparelhos partidários. Todos sabem tudo – nos discursos de pacotilha com que nos sufocam – e se acham melhores que os outros. Mas a verdade é que todos valem cada vez menos num Tempo que é cada vez mais NOSSO: NOSSO, esta sociedade civil depauperada de tudo. Nós, as cobaias que servem apenas para ilustrar longos textos enfeitados (de esquerda e direita) e escritos à mesa dos clubes dos amigos do sistema que se protege a si mesmo e a mais ninguém. Quem partilha é feliz, e como há muito desisti de «pensar» o meu …

Seven days. Seven.

Seven days to mtv unplugged ;)

Dedicado a Cristiniano e ao especial Ibrahimovic.

Goste-se ou não, odeie-se ou ame-se, é por isto que há míticas músicas e grupos que nos hão-de marcar uma vida inteira. Tenho pena que sejam suecos, sobretudo nesta semana com sabor amargo lá para cima... ;) E como li muito, ouvi muito e muito me ri, chegou a hora de dedicar à selecção portuguesa (e a Cristiano) mas em particular aos suecos (e ao especial Ibrahimovic) esta versão muito, muito recente (que o meu amigo António Rodrigues meu deu a conhecer) dos Europe...a velhinha «The Final Countdown». ;) À boa moda dos 80's versão século XXI. ;) ;) É por isto também que a 10 de Março, se ainda cá estiver, há outros monstros que esperam por mim em pleno Meo Arena.

Obrigada Manel pela «noite das escadas longas».

O meu camarada Manel Fernandes Silva resumiu bem o que sinto em relação ao final do dia de ontem. Obrigada, Manel por teres colocado no papel o que penso, sem tirar nem pôr: «A noite das escadas longas, polícias sem farda vestem a pele que deveria ser a de muitos de nós: dos cidadãos indignados, humilhados, fartos, com o BASTA! na boca e nos dedos que circulam pelas redes sociais, mas são dedos e mãos que não se erguem, que deviam andar fechados e unidos num punho lutador nas ruas deste país arrastado, parado perante a fome e a miséria, amorfo à vista da injustiça. Éna capital do meu país que aparecem pequenos sinais: polícias protestam contra quem nos rouba o futuro e uma reunião das esquerdas junta gente de todas as áreas políticas. Tantas esquerdas não surpreendem, que a crise, a incompetência e esta voragem de tudo cortar só nos pode encostar a quem ainda pensa que governar pode ser melhorar a vida de quem se governa. Dizem alguns - demasiados - que Mário Soares está senil e é o c…

Polícias com polícias. Um acto de amor.

Ontem li e ouvi de tudo, depois da invasão da escadaria da Assembleia da República durante a manifestação das forças de segurança. Há uma imagem que ficou, como sempre, e que mostra como todos sabíamos, mesmo que não o queiramos assumir, que este protesto não podia nunca terminar mal. Não, não foi polícias contra polícias. Foi antes polícias de mãos dadas com polícias. O poder está em decadência e se a sociedade parece estar amorfa, ontem percebeu-se (e bem) quais os sectores capazes de fazer apodrecer ainda mais o sistema e quem o lidera.

Somos livres para sermos NÓS.

«Words like violence, break the silence...». Num país em suspenso, carregado de nuvens que o centro da Europa teima em continuar a enviar, somos pó, neste chão que nos faz rodopiar, envolver o corpo e a mente. Somos livres para sermos NÓS. Não há passado para carregar, presente que nos detenha nem futuro que chegue. Há um único momento. Este. Porque... «words are very unnecessary»... ;-)

«Tenho em mim todos os sonhos do mundo».

«Tenho em mim todos os sonhos do mundo». Eu também, Pessoa...  *ac@vida*

Meio século sem John F. Kennedy.

Eduardo, o Grande.

Um Estado torto que demorará a endireitar (de novo).