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Mensagens

A mostrar mensagens de Junho, 2013

«Maria José Nogueira Pinto: Uma Vida Invulgar».

«Maria José Nogueira Pinto: Uma Vida Invulgar». É a mais recente obra biográfica da historiadora Maria João Câmara sobre a vida política e social da jurista que faleceu em 2011. Um livro a não perder. Dizemos nós, porque «Zezinha» teve uma vida recheada de muita vivacidade e feitos notáveis.

Mandiba.

Mandiba. E todos os sonhos me pertencem libertando-me do que não quero, tal como tu libertaste uma Nação, um Continente, o Mundo. Ser, acreditar, fazer, sonhar. Mandiba.

É dia.

«Aprovação do PEC IV teria evitado o pedido de resgate».

«Aprovação do PEC IV teria evitado o pedido de resgate». A frase é do antigo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, esta noite, em entrevista à TVI. O que Teixeira dos Santos se esquece de lembrar é que o PEC IV era o índice do Memorando que se havia de seguir e que, com ou sem PEC IV, o abismo chegaria. Apesar disso, sempre vi em Teixeira dos Santos um homem sério, um economista que teve até muita paciência para os desvarios políticos e irresponsáveis de José Sócrates.As tensões entre Sócrates e o ex-governante já todos as conhecemos e hoje, em parte, ficaram igualmente patentes. Mas o David Dinis explica muito bem em «Resgatados» - obra que recomendo aos que gostam destas 'novelas' - aqueles tempos tenebrosos que se viveram nos bastidores do poder. E, curiosamente, os que sempre me deliciaram, ao nível das jogadas políticas internas.

Passos e o desrespeito pelo «cata-vento»

«Não funciono como um cata-vento». A frase é de Pedro Passos Coelho, proferida hoje no Parlamento. Enquanto as palas não se abrirem a contestação não parará, as pessoas não entenderão e a compreensão, ainda que forçada, será uma nuvem bem negra de pesadelos todas as noites em São Bento.E já agora caro Primeiro-Ministro, devia ter mais respeito pelos cata-ventos, já que estes poderiam ser uma grande ajuda na orientação que há muito não existe no seu Governo desorientado.

Por Mandela, um sorriso, uma vontade, um constante ser de mim.

Por Mandela, um sorriso, uma vontade, um constante ser de mim.

Relvas no corpo de Poiares Maduro. O perigo prossegue.

20 mil. O número da desgraça.

Vinte mil. Foi este o número de portugueses que, em 2012, fez as malas rumo ao estrangeiro, à procura de um sonho que em Portugal é cada vez mais impossível. Os dados são do SEF.

«Se Vítor Gaspar sair, entra um Vítor Gaspar II».

«Se Vítor Gaspar sair, entra um Vítor Gaspar II».  Miguel Cadilhe. Economista.

Parabéns, Coimbra!

A Universidade de Coimbra foi hoje reconhecida como Património Mundial da UNESCO, uma decisão tomada na 37ª sessão do Comité do Património Mundial, que está a acontecer em Phom Penh, no Cambodja. Parabéns, Coimbra!

James Gandolfini. R.I.P.

Coisas do Além.

Conta hoje o DN que José Sócrates e Mário Soares voltaram aos tempos das conspirações. E ainda por cima devem ter sido aconselhados por Sampaio, já que o local escolhido foi o Hotel Mundial (no Martim Moniz em Lisboa) onde em tempos idos Sampaio organizava 'conspirações'. É curioso que tal tenha acontecido depois do relatório devastador das PPP's tornado público esta semana...

Greves, bom senso e gente séria. Precisam-se.

Depois da confusão - em que sindicatos e Governo partilham culpas - da greve dos professores da passada segunda-feira, eis que nova polémica fomentada pelos media surge. Agora é a greve geral de 27 de Junho que põe em causa os exames de Matemática do 6º e 9º anos, antecipada por Nuno Crato, e bem, para 26 de Junho. Quando o bom senso impera tudo é mais simples. O que é triste, em toda esta história, sabendo nós que o calendário de exames é anterior à marcação das greves em causa, não é preciso ser-se génio para perceber quem é aqui o lobo mau. Os sindicatos perdem cada vez mais a cabeça em vez de se anteciparem, com inteligência e de outro modo, à desorientação de São Bento. E não, não recebo comissão para defender nem este nem outro qualquer Governo. Bom senso e gente séria, precisam-se!

Cheia e brilhante. Assim gosto de a ter.

Gosto de Lua [bem] cheia. Acho que são poucos os que não a apreciam. No próximo domingo vai estar como a desejo: mais brilhante e cheia, cheiinha. Um fenómeno que, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa, só voltará a repetir-se dentro de 18 anos e que surge «quando a fase de Lua Cheia ocorre perto do perigeu, ponto da órbita da Lua mais próximo da Terra». Aproveitem!

Portas e a jogada de mestre [mas pouco].

«No plano fiscal, a maioria deve estabelecer um calendário e objectivos firmes, para, após a reforma do IRC, iniciar, ainda nesta legislatura, o desagravamento fiscal em sede de IRS». Paulo Portas, hoje, no Largo do Caldas, na apresentação das linhas gerais da moção que o líder centrista irá levar ao XXV Congressso do CDS-PP , a 6 e 7 de Julho na Póvoa do Varzim. Os animais políticos são assim, antecipam-se aos que «verdes» nas lides do jogo político-partidário. Hoje Passos e Portas selaram o fim desta e de qualquer futuro entendimento porque, hoje, Portas, pensou primeiro nos votos do que no «tal país» e no tal «patriotismo» que anda a apregoar há mais de dois anos lambendo o traseiro à Troika.Noutros tempos diria que era uma jogada de mestre. Mas hoje digo antes, de mestre, mas pouco. Como disse Augusto Santos Silva, «a moção de Portas é uma autêntica carta de amor ao PS».

Brasil. A ferro e fogo.

Um Brasil a ferro e fogo. Mais de 200 mil pessoas saíram à rua em diversas cidades. Centenas ocuparam cobertura do Congresso em Brasília. O povo brasileiro protesta. Um dia ia acontecer a uma economia emergente mas com demasiados problemas sociais e estruturais que continuam por resolver.

Ensino profissional. Uma escolha ou um retrocesso.

MEC.

«[...] Não há tempo morto. Nem falta de tempo. Há o tempo e a ausência de tempo. O tempo é a vida. A ausência de tempo é a morte. Nós temos um intervalo entre nascer e morrer. Só um. Só um intervalo. Só um tempo. Só uma vida [...]». MEC, in «Como é Linda a Puta da Vida». E como é soberbo o cabrão deste livro, Miguel! Depois de uma madrugada [bem] suja de outro Miguel da minha vida, eis um Hino à Vida, à resistência, sendo Nós, sem hesitar! Eis que os cabrões e as putas, MEC, mais tarde ou mais cedo, tombam. É o destino dos fracos ante a persistência e coragem dos fortes de carácter.

Che.

Rosário, na Argentina, e terra natal de Ernesto Che Guevara, celebrou ontem o 85.º aniversário do nascimento do revolucionário. Por cá também não te esquecemos porque os símbolos da resistência, os que realmente o foram, como tu, entranham-se em nós até ao fim dos dias.

Greve. Professores. Governo. Tudo isto é um cansaço permanente.

Greve combina com alunos. Exame também pode perfeitamente combinar com greve. Tolerância entre partes é que parece que por cá não existe. Não há inocentes nem culpados nesta palhaçada que há uma semana nos enfurece o bom senso. Um cansaço permanente provocado por gente que, de parte a parte, parece ter perdido o juízo optando por braços de ferro inúteis para todos os lados.

A noite mais longa do ano [em Lisboa].

Fernando Pessoa [e os 125 anos do seu nascimento] envolve-se na festa que hoje povoa toda a cidade. Que venha o cheiro a manjerico, que venha a sardinha, os arraiais, que venha, enfim, o sentir Lisboa. Cada um dos que ama esta cidade e a conhece, sabe bem que se há dia no ano para nela nos entranharmos, e deixar que o destino faça o resto, esse dia é hoje.Cheira bem, cheira a Lisboa em cada um de nós, almas e corpos presentes desta Olisipo única no mundo!

28 anos depois do Tratado de Adesão à CEE.

12 de Junho de 1985. Foi há 28 anos que Portugal assinou o Tratado de Adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE) e à Comunidade Europeia da Energia Atómica (CEEA). Aqui recordamos a data que, hoje, passados quase 30 anos, sabe a muito agridoce.

Sentido de [pouco] Estado.

Portugal dos Pequeninos.

Chateia-me um bocadinho que Dilma tenha vindo às compras, e em saldo, no dia de hoje. Mas o Portugal dos Pequeninos é mesmo assim.

10 de Junho. Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas.

No dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas, o jornal Público dá-nos a conhecer um estudo que mostra um país mais envelhecido, mais pobre e mais poupado. Um retrato que, a todos, devia deixar em silêncios profundos.

Segurança de Estado com perigo à solta.