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Mensagens

A mostrar mensagens de Dezembro, 2012

Feliz Ano Novo a todos.

Analogia errada, foto brilhante.

A foto fez manchete da edição de 29 e 30 de Dezembro do «Diário As Beiras». Nas redes sociais, como imaginam, deu o mote para muitas críticas salazarentas. Por baixo do banco do carro oficial do Primeiro-Ministro vê-se um livro sobre Salazar. A foto, bem conseguida, na penumbra, faz lembrar o ditador que governou Portugal durante quase 40 anos. Mas é simplesmente Pedro Passos Coelho no dia em que visitou o Museu Nacional Machado de Castro em Coimbra. Eu li Karl Marx, Keynes, li Cunhal, Lucas Pires, Adam Smith, Carlos Carvalhas, Soares, Hayek, Friedmane Lenine. Até li as cartas de Hitler. Isso faz de mim alguma coisa em concreto? Pois é, quando se fazem analogias imbecis como as que li e ouvi, voltamos à frase do momento: as pessoas perderam o juízo. Voltando ao essencial: é uma grande foto.

Crise? Só na minha carteira.

«Os hotéis do Algarve enchem, este fim-de-semana, para a passagem do ano. As previsões indicam uma boa taxa de ocupação, acima dos 80%. Este ano há muitos portugueses, mas menos espanhóis». Lead da notícia da Renascença. Crise? Só mesmo na minha carteira e de outros porque por outras qual crise qual quê?

Canal Parlamento - 10 horas diárias para português [não] ver.

Muitos podem achar uma chatice, outros, porém, certamente que terão mais um canal em sinal aberto. Não irá, obviamente, ser concorrente da «Casa dos Segredos» nem sequer da «Gabriela». Contudo, o Canal Parlamento, que começa as suas emissões regulares a partir de 3 de Janeiro, que estará activo 10 horas diárias no canal 5 da grelha da TDT, é muito bem-vindo. Infelizmente, foi pelas piores razões que os eleitores se aproximaram dos eleitos nos últimos anos. Contudo, o escrutínio, aberto e universal a todos, é fundamental, para percebermos todos melhor a irresponsabilidade que lavra permanentemente nos discursos políticos da «casa da democracia» mas também para podermos escolher melhor quem queremos que nos represente. Ainda que saiba que o Canal será visto por poucos, é uma boa notícia, e a qual sempre defendi. Assunção Esteves, que preside ao hemiciclo, fez-me a vontade.

Directamente para São Bento, com amor, com muito amor.

Pois é, Pedrinho, é este o Natal de apenas alguns dos portugueses mais desprotegidos. A Reuters fotografou vários sem-abrigo em Lisboa na semana que antecedeu o Natal. E para além destes, há outros, milhares, que ficaram sem o calor de um prato quente. Devolvo-te as palavras ocas de ontem: «este não foi o Natal que merecíamos. Muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram. Muitos não conseguiram ter a família toda à mesma mesa». E que tal encheres essa cara de vergonha? Ainda assim, este é um post com amor, com muito amor, dedicado a ti, coisa que tu e os teus digníssimos ministros, não sabem, provavelmente o que é.

Pedro, Pedro...estás a ir longe demais....

«Amigos,
Este não foi o Natal que merecíamos. Muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram. Muitos não conseguiram ter a família toda à mesma mesa. E muitos não puderam dar aos filhos um simples presente. 
Já aqui estivemos antes. Já nos sentámos em mesas em que a comida esticava para chegar a todos, já demos aos nossos filhos presentes menores porque não tínhamos como dar outros. Mas a verdade é que para muitos, este foi apenas mais um dia num ano cheio de sacrifícios, e penso muitas vezes neles e no que estão a sofrer.  A eles, e a todos vós, no fim deste ano tão difícil em que tanto já nos foi pedido, peço apenas que procurem a força para, quando olharem os vossos filhos e netos, o façam não com pesar mas com o orgulho de quem sabe que os sacrifícios que fazemos hoje, as difíceis decisões que estamos a tomar, fazemo-lo para que os nossos filhos tenham no futuro um Natal melhor.  A Laura e eu desejamos a todos umas Festas Felizes.  Um abraço,  Pedro». 

In Mural d…

Um milhão a voar em 12 anos.

«Mais de um milhão de portugueses saíram do país nos últimos 12 anos». Manchete do i. Um dado que não é estranho aos portugueses, mas que dá que pensar...

Platonismo deseja a todos um Feliz Natal.

Precipício Global.

O Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas vai cancelar até ao final do ano a ajuda alimentar a 30 mil órfãos de Madagáscar. Razões? Falta de meios financeiros. Caminhamos para um precipício global. Dos piores que já vi em 30 anos.

A impunidade é assim cá pelo burgo.

Filhos de uma sorte menor.

De acordo com o diário espanhol El País, a Comissão Europeia está disposta a dar pelo menos mais um ano à França e Espanha para minimizar impacto social das medidas de austeridade. Sim senhor, lá diz o velho ditado, «uns são filhos da mãe e outros filhos da p...». Cambada! E os parvos somos mesmo nós.

«Foi o ano mais difícil de que tenho memória desde 1974».

«Foi o ano mais difícil de que tenho memória desde 1974». As palavras são do Primeiro-Ministro no debate parlamentar quinzenal. Pois é, é bom de assumir, é fácil dizer, mas sentir na pele tamanhas palavras é que já é mais complicado. Pois nós por cá achamos que se este foi um ano duro, 2013 será bem pior. Daqui a um ano, se por cá ainda andarmos - e não morrermos depenados - atestaremos o que agora se diz.

O Postal de Natal 2012.

Dos milhares de postais de boas festas que tenho recebido, tenho de confessar, este, do Museu de Arte Popular, em Lisboa, foi o que mais me encantou. Só quem conhece o seu espólio entende o que quero dizer... ;)

TAP. É o que dá bater no «ceguinho» antes de tempo.

Afinal, o País, das redes sociais e o outro, que tem vindo a público, «bater» no Governo por causa do negócio da TAP, tiveram hoje a resposta à altura. O Executivo suspendeu a venda da transportadora aérea, rejeitando a oferta feita por Germán Efromovich. Há muito que este senhor «cheira mal». Só os cegos, que criticam sem saber, acharam que não.

A factura de Portas.

Paulo Portas assinou a sua sentença de morte política. Nunca acreditei nesta realidade até agora porque só ficaria convencida quando realmente visse o líder do CDS-PP a sair de cena. Mas a verdade é que, depois do silêncio prolongado, foi um Paulo Portas irreconhecível aquele que vimos no final da semana passada no Conselho Nacional do partido. Há muito que os conselheiros nacionais queriam a reunião partidária para confrontar o líder de sempre. Muitos estão descontentes com a linha do actual Governo e, sobretudo, com o papel miserabilista a que Pedro Passos Coelho remeteu o CDS na actual coligação governamental. Tom baixo, sem garra, comprometido e com sentido subserviente. Assim se viu o Paulo das setes vidas no confronto interno com os seus conselheiros. As explicações em relação ao mais negro orçamento da história democrática e aos sacrifícios impostos aos portugueses chegaram ao Largo do Caldas. E diga-se que são, no mínimo, ridículas. Portas sabe que se deixou colocar num beco sem…

Obama. Personalidade do ano 2012.

Vassalagem e subserviência enlouquecem Governo de Passos.

Pedro, o José, pelo menos, mentia melhor que tu.

«Estamos muito próximos de poder ser bem sucedidos». Pedro Passos Coelho, em entrevista ao Porto Canal. É tão mau ver que nem mentir sabes, Pedro, ainda por cima nesta quadra em que vais estar no quentinho e tantos milhares nem um tecto terão.

País defunto.

«Não se governa um povo deprimindo esse povo».

«Há uma coisa de que eu não tenho dúvida nenhuma, não se governa um povo deprimindo esse povo, não pode ser. Quem governa uma cidade, uma freguesia, um país, tem que dar ânimo a esse povo». Santana Lopes, jantar comemorativo do 15.º aniversário da vitória autárquica na Figueira da Foz. Lusa.

Açores. Universidade no limite.

O reitor da Universidade dos Açores, Jorge Medeiros, deu ontem o alerta ao ministro Nuno Crato: a academia terá de suspender o seu funcionamento em Fevereiro se se mantiverem os cortes previstos ao financiamento. O país de fim de 2012 está à vista de todos. Só uma minoria não vê.

Soares. «Azedo e extremista»

«Mário Soares está muito radical, azedo e extremista». Marques Mendes. 
P.S. - Infelizmente temos de concordar com o novo «jornalista» do regime.

Carlos Pinto Coelho - a Vida inteira.

Amo o passado que vivi, o presente que me abraça e o futuro que me convida. A saudade não está na distância mas na partilha que acrescentamos ao que amamos na Vida que somos. Dois anos sem ti. A Vida inteira contigo. [18 de Abril de 1944 - 15 de Dezembro de 2010]. *ac.cpc@vida*

Paulo Portas - a morte política.

Irreconhecível. Assim vi um Paulo Portas, líder do CDS, no Conselho Nacional do partido. Tom baixo, sem garra, comprometido. As explicações em relação ao OE/2103 e os sacrifícios impostos aos portugueses e que foram dadas aos conselheiros nacionais do partido e ao país, diga-se, são, no mínimo, ridículas. A voz do CDS «não foi suficientemente ouvida. No próximo Orçamento esta situação não se vai repetir», disse o presidente centrista. A sério? Como é possível? No próximo Orçamento, meu caro, já tu estás fora do jogo político-partidário nacional. Falando a sério, são explicações inexplicáveis. O Paulo Portas, líder do partido dos contribuintes, dos desfavorecidos, dos mais pobres, militares e afins, morreu. Finalmente, morreu politicamente. E já não há mais nenhuma vida para ter nas feiras e mercados deste país, e, muito menos, numa qualquer coligação.

Richard Zenith - Prémio Pessoa 2012.

Richard Zenith - Prémio Pessoa 2012.

Guimarães: obra dedicada à ‘dimensão cultural da integração europeia’ apresentada a 21 de Dezembro

No fim-de-semana em que encerra, oficialmente, o ano de Guimarães Capital Europeia da Cultura [CEC], a cidade-berço é palco do lançamento do livro ‘A dimensão cultural da integração europeia. Capitais Europeias da Cultura’.


A obra, da autoria de Ruthia Portelinha, licenciada em Comunicação Social e Mestre em ‘Estudos sobre a Europa’ pela Universidade de Coimbra, será apresentada a 21 de Dezembro, sexta-feira, às 15h00, na Biblioteca Municipal Raul Brandão, em Guimarães. Para além da autora, a cerimónia conta com a participação de Teresa Lago, responsável pelo Porto CEC 2001, Mateja Rozman, de Maribor CEC 2012 e de Paulo Cruz, membro do Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães.

Presente na sessão estará também Maria Manuela Tavares Ribeiro, da Universidade de Coimbra, e que tem trabalhado, ao nível da investigação académica, nos temas da Europa e da cultura.

A obra incide sobre a reflexão em torno da instrumentalização de grandes eventos [desportivos e culturais], facto qu…

Lisboa e o tão aguardado corredor verde.

Gonçalo Ribeiro Telles esperou 30 anos para ver o corredor verde de Lisboa, que liga Monsanto ao Parque Eduardo VII, concluído. Em entrevista à Antena 1, Gonçalo Ribeiro Telles deixa as suas preocupações, agora que o projecto está concluído: «respeitar todos os conceitos de organização da vida nesse corredor, nomeadamente zonas de mato, de arvoredo, de relvado, de horticultura». Veremos como serão rentabilizados os seis quilómetros do corredor verde de Lisboa inaugurados esta sexta-feira, 14 de Dezembro.

O erro em que insiste o FMI.

«Se quiserem ter um grande Estado Providência em Portugal, tudo bem, mas têm de saber como pagar por ele», Abebe Selassie, chefe da missão do FMI em Portugal. No princípio, concordamos com a ideia, porque só um Estado social sustentável pode servir os cidadãos. Só há pequeno «problemazito», é que isso não pode ser alcançado de chofre, sem dó nem piedade, e à custa do empobrecimento de uma Nação. Esse é o erro, grosso modo, cometido nos actuais programas de ajustamento financeiro em marcha na Europa.

Trabalho. Um bem em vias de extinção.

Doze dias de salário por cada ano de antiguidade. É uma boa forma de tratar os cidadãos de acordo com aquilo que vale. O aperto nas funções sociais é um retrocesso sem precedentes em Portugal, desde que vivemos na Era Democrática. Que sejamos capazes de aguentar o que já temos e o que aí vem.

A pidesca «Operação Outono» que assassinou Humberto Delgado.

«Operação Outono». Um sucesso da PIDE que levou ao assassinato de Humberto Delgado em Fevereiro de 1965. Baseado em factos verídicos revelados na 'Biografia de Humberto Delgado, o general sem medo', do neto Frederico Delgado Rosa, o filme retrata impecavelmente a forma como a polícia política orquestrou, preparou e executou uma acção que acabaria por matar o General e a sua secretária, a brasileira Arajaryr Campos. Momento de ouro, a cena que mostra o resumo do 25 de Abril e pós revolução com banda sonora da senha ‘E depois do adeus’, de Paulo de Carvalho. Imagens inéditas que eu nunca tinha visto… Destaco o papel brilhante do actor Carlos Santos que encarna Rosa Casaco, o inspector da PIDE que matou Humberto Delgado em nome do regime. Obviamente que retratar um assassinato como este num filme de cem minutos é tarefa impossível. Mas a trapalhada política e judicial que foi este caso da História política nacional está lá. No livro de Frederico Delgado Rosa [que li há dois anos] …

Sócrates...o vencedor das bandas sonoras.

As bandas sonoras tornaram-se uma moda nos partidos políticos em Portugal na última década. Com mais incidência mediática nos chamados partidos de poder. No PS, António Guterres inaugurou a moda, em 1995, com «1492», de Vangelis (1992). Quase dez anos depois, em 2004, José Sócrates substituiu-a por «O Gladiador», de Hans Zimmer e Lisa Gerrard (2000). Seguro decidiu, por seu turno, regressar a 1985 [o ano em que Soares deixou a liderança do PS para se candidatar pela primeira vez à Presidência da República], e elege o tema principal da série televisiva norte-americana «Norte e Sul», recordando a famosa Guerra da Secessão norte-americana para vincar o retorno aos princípios e valores. Pois é José, aquelas entradas triunfais nos congressos pareciam a América de Obama [em versão tuga é certo]…pareciam…porque hoje a[s] entrada[s] são mais a pés juntos de uma mãe chamada Troika. Mas só pelo Russell Crowe, até que ganhaste uns pontinhos...

Corrupção. É hora de acordar.

Mira Amaral - representante oficial do disparate.

Diz Mira Amaral que «o melhor que os portugueses competentes têm a fazer é emigrar». O disparate, de facto, não tem limites e o do presidente do Banco BIC também não. Não vou comentar porque a frase é bem clara e reveladora de um sentido tremendo de falta de respeito por quem NÃO PODE emigrar e mandar esta gente toda «dar uma volta».

Parabéns, Manoel.

Manoel de Oliveira é um mestre. Já o sabemos. Hoje faz 104 anos e Portugal agradece tanto continuar a tê-lo por cá.

O 25 de Abril em Oslo e a necessidade de refundação da União.

Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, recebeu hoje em Oslo o Prémio de Nobel da Paz, direitinho para as mãos de uma União em crise. Barroso disse muitas coisas, falou do passado, não esqueceu o presente [até falou do 25 de Abril português, imagine-se!] e falou da necessidade de defender o euro nestes tempos em que a UE não tem mão numa das mais graves crises [económica, mas acima de tudo, de identidade] que o Velho Continente já viveu. Nada comparável obviamente a duas grandes guerras [e outras mais] que atravessaram o século XX e os passados. Sou europeísta, sempre acreditei no projecto europeu e nas bases em que foi criado. O problema é que essas raízes nunca se cumpriram.... mas pode ser que este prémio seja uma lufada de ar fresco e de uma refundação para um Continente que precisa, urgentemente, de sair da crise.

«Cavaco versus Cavaco».

A 19 de Julho de 1987, Cavaco Silva conquistava a sua primeira maioria absoluta. Este fim-de-semana caiu-me nas mãos o livro que ainda não tinha tido oportunidade de ler, publicado em Julho passado. Vai engrossar a pilha dos livros [políticos] que estão à minha espera para serem devorados. Contudo, a verdade é que tenho imensa curiosidade em ler a obra de Frederico Duarte Carvalho, no ano em que passam 25 anos sobre a sua primeira vitória nas legislativas.  O homem que nunca se assumiu como um político profissional é, ao mesmo tempo, o político mais influente da história democrática portuguesa. Curiosamente, muito mais até do que o grande «animal político» Mário Soares. Seja como for, faltava-me ler esta última obra...depois do estudo pessoal que tenho feito na última década sobre a personagem e o cavaquismo. Com muitas críticas, elogios e dúvidas o tenho feito. E muitos portugueses deviam conhecer melhor o homem que conquistou  três mandatos que o conduziram a São Bento e outros dois …

«Corte colossal» em modo natalício.

O Natal aí está no melhor que tem para dar ao nível do consumismo [o mesmo que levou milhares de famílias portuguesas ao endividamento]. A publicidade multiplica-se, em jeito de selva, pelo melhor anúncio, pela maior eficácia sobre os consumidores [cada vez mais pobres]. Mas se este Natal 2012 se aproxima com muita tristeza e angústia à mistura, a verdade é que há anúncios que, lembrando tristezas da governação, não deixam de ter a sua piada. É o caso do anúncio da quadra do Jumbo intitulado «Eu quero, posso e escolho». Uma verdadeira analogia com aquilo que o nosso querido ministro Vítor Gaspar representa. Uma coisa é certa, Gaspar não sairá de casa por estes dias para compras...não vá o diabo tecê-las. Ver anúncio.

Troca-tintas.

«Eu habituei-me a votar ao longo da minha vida em Tomar, nas próximas eleições vou votar em Lisboa e vou votar no doutor Seara». A maravilhosa frase é de Miguel Relvas à margem da Universidade Política de Lisboa do PSD, que decorreu este fim-de-semana na Beloura, Sintra. Fico enternecida por ver este meu «Eu habituei-me a votar ao longo da minha vida em Tomar, nas próximas eleições vou votar em Lisboa e vou votar no doutor Seara». A maravilhosa frase é de Miguel Relvas à margem da Universidade Política de Lisboa do PSD, que decorreu este fim-de-semana na Beloura, Sintra. Fico enternecida por ver este meu conterrâneo a assumir que troca a terra pela capital. É mesmo valente…e Seara precisa mesmo do teu voto, caríssimo Miguel Relvas… a assumir que troca a terra pela capital. É mesmo valente…e Seara precisa mesmo do teu voto, caríssimo Miguel Relvas…vulgo «troca tintas»...

Então, querido Portugal, e tu, continuas a ser «pau mandado»?

O Governo brasileiro prepara um decreto presidencial para adiar a vigência obrigatória do Novo Acordo Ortográfico para o fim de 2015. Então, querido Portugal, e tu, continuas a ser «pau mandado»?

Post em silêncio.

Cartas a voar e os CTT a poupar.

É um objecto que, apesar de muitos acharem que não, é útil e faz parte do imaginário de todos nós. Eu ainda envio cartas e postais escritas à mão. Agora os CTT vão acabar com mais de 200 marcos do correio em Lisboa e no Porto. Mas pronto, já sei, é a crise e tal e coisas mais....

«Vítor Gaspar está a gozar com o pagode».