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Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2012

A serra espera e as gentes desesperam.

Entre o Litoral e o Barrocal algarvios, a primeira paragem está definida. Barranco do Velho. E o que mais sensibiliza é o coração imenso das gentes genuínas serranas que, em tempo de angústia que o fogo trouxe, nos abrem as portas das suas casas, e ainda antes sequer de nos verem o rosto. Que o Jornalismo seja merecedor desta mão que lhe é dada. Por mim, farei o melhor que sei e for capaz. Platonismo faz uma pausa até ao resto da semana. Na actualidade política e no resto. Há momentos em que também é preciso. A Vida, essa, continua. E sairá, por estas bandas, mais fortalecida.

AR vai a banhos, fica Gaspar a tomar conta do burgo.

Até 3 de Setembro não há festa no hemiciclo. Hoje é o último dia de trabalho dos parlamentares nacionais. O país fica suspenso, uns de férias, mas a maioria em casa, desempregada ou a trabalhar. E assim se pendura o burgo na anestesia nacional que já é um clássico em Agosto! Entretanto, pelo meio há nova visita da Troika. Fica o ministro Gaspar que representa a face mais negra - mas necessária, sabemo-lo - deste resgate que parece não ter fim.

Desemprego - Junho traz cenário mais negro.

A taxa de desemprego em Portugal subiu em Junho para 15,4% da população activa, com o desemprego jovem a manter-se nos 36,4%. Os dados, divulgados esta terça-feira pelo Eurostat, revelam aquilo que sabemos, mas que este Governo parece ignorar. A sensação que tenho é que a aposta na austeridade não se importa com o desemprego. Como se pode criar postos de trabalho, quando a economia fica, diariamente, com cada vez menos empresas no tecido do ciclo económico? Não entendo. Juro que não entendo.

Alentejo da minha alma.

Os vários Alentejos num postal único.

Tua - Dia D.

Hoje a UNESCO decide se mantém o Douro como Património da Humanidade. Em causa a construção da barragem do Tua. Se por acaso o título nos for retirado, há um culpado, claro e à vista, sobretudo, para quem como eu acompanhei o processo. O Estado português e o segundo Governo de José Sócrates, a par do actual, são os responsáveis por esse eventual dano irreparável. Esperemos que este post não se concretize. Perdemos todos mas perde, acima de tudo, uma das maiores riquezas que o País detém.

Austeridade - nem o que comemos é seguro.

É preocupante saber que a falta de dinheiro está a impedir a Direcção-Geral de Veterinária de pedir amostras para controlar os alimentos que comemos. Uma função que é única e exclusivamente da esfera de competências daquela entidade pública. A ASAE diz que as acções de fiscalização aos produtos vendidos directamente ao público se mantêm. Mas eu cá tenho medo. E, pelo sim, pelo não, é melhor ligar o piloto de emergência.

Phelps - uma estrela também tomba.

«Dizem que nos Jogos Olímpicos ninguém se lembra de quem ficou em quarto. Bom, desta vez, é mentira», escreve hoje o Público. E confirma-se. Michael Phelps, estrela olímpica da natação, falhou o pódio nos 400m estilos e foi precisamente isso que o fez ser capa de vários diários por todo o mundo.

CP. O dado.

«A CP - Comboios de Portugal perdeu mais de seis milhões de passageiros nos primeiros seis meses deste ano». Retirado de uma notícia do Público. E isto diz tudo: da situação financeira à subida abrupta dos passes e bilhetes.

Partilha de gente.

O retrato do Mundo está nas tuas mãos desde a longínqua infância em que desenhavas a fotografia em papéis que o tempo amarelou. Hoje recai-te em cima o peso da notícia. A notícia que eu não sei se sou capaz de escrever para completar o ciclo. Seja como for, há um sopro entre a minha caneta e a tua lente. Entre o agora que é presente. Somos gente. Somos papel. Somos captação do Mundo que também é nosso.

Pobreza.

Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística revelam que a população no limiar da pobreza está a aumentar em Portugal atingido já 1.900.000 de portugueses. E o dramático é que 42,5% da população, ou seja, 4.488.000 só não estão na pobreza porque recebem prestações sociais pagas pelo Estado. Perante isto, não sei que diga. Haverá muito por dizer, um muito que já se sabe, por isso é melhor não escrever. É preferível apenas pensar.

O espírito olímpico e o sangue grego.

Os Jogos Olímpicos têm uma Pátria. Grega. Só é pena que das cidades-Estado a.C restem agora cinzas que a Europa provocou. Pelo menos se há coisa que os países do Mediterrâneo possuem é legado, que impede os circuitos troikianos de os enterrar.

Parabéns «Das Kapital».

Foi a 27 de Julho de 1867 que circulou o primeiro volume da primeira edição de «O Capital», de Karl Marx. Relembramos hoje uma das obras mais emblemáticas de um dos maiores vultos da História Económica e Política.

A Saúde vai mal.

Negação espanhola.

O «Libération» dedica a sua manchete de hoje à situação em Espanha. «Perdidos!», lê-se em castelhano sobre a bandeira espanhola. «Apesar dos planos sucessivos da Europa, Espanha afunda-se na crise. Os madrilenos encontram o seu país fraturado», acrescenta o jornal. Começa a ser penoso para «nuestros hermanos» continuar em negação...

Sem Pátria, mas com o Mundo a seus pés.

Os Jogos Olímpicos 2012 começam sexta-feira. São um marco do desporto mundial. Mas o que custa mais saber é que, neste século XXI, há quatro atletas sem pátria, sem país, sem uma cor na camisola. Churandy Martina, Philip Elhage e Rodion Davelaar das antigas Antilhas Holandesas e Guor Marial, do Sudão do Sul (a mais nova nação do mundo, que o Comité Olímpico Internacional ainda não reconheceu) podem não ter país, mas tem na alma e no corpo o espírito olímpico. Disso, o Mundo não duvida.

Afinal, somos bons.

Fonte: Público.

Homenagem à Paulina: a bombeira-coragem abrantina.

Esta crónica tem selo de tristeza. Daquela tristeza que abala qualquer um que ama a sua terra natal. E o sentimento transfigura-se em outras emoções quando a morte de uma conterrânea surge no dia em que regressamos a casa para matar as saudades dos nossos. Este fim-de-semana uma bombeira dos Bombeiros Municipais de Abrantes perdeu a vida num acidente, quando se deslocava para um incêndio numa freguesia do concelho. Uma tarde de sábado quente, que batia nos 30 graus. Uma tarde onde a paz inundava a cidade, como já é hábito a um qualquer sábado de cada ano. E este trágico acontecimento serve precisamente para ilustrar a última semana, pródiga em incêndios. A Madeira e o Algarve foram as regiões mais fustigados pelas chamas. Voltaram os gritos de aflição, os desesperos, as lágrimas e a impotência de nada conseguirmos fazer perante o avanço incontrolável das chamas. O país volta em 2012 a arder de norte a sul. E, como sempre, surgem, de todos os quadrantes, críticas aos bombeiros e à gestão de…

Sr. Primeiro-Ministo, modere lá a linguagem que não lhe custa nada.

«Se algum dia tiver de perder umas eleições em Portugal para salvar o país, como se diz, que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal». A frase é de Pedro Passos Coelho, durante um jantar do grupo parlamentar do PSD para assinalar o fim desta sessão legislativa, na Assembleia da República. Pois que a frase é  bonita, repleta de boa intencionalidade, mas a linguagem, sr. Primeiro-Ministro, essa, é indigna de um representante do Estado português. Um bom assessor de imprensa não lhe faria mal nenhum. É que se há clássicos em Portugal, um deles é o seu paupérrimo discurso, bem como a linguagem vulgar frequentemente utilizada, desde que tomou posse em Belém. Apela-se a mais bom senso. É uma questão de tom, de postura e, já agora, de responsabilidade. O senhor é só e apenas o Primeiro-Ministro de Portugal. Coisa pouca.

José Hermano Saraiva (1919 - 2012). Vou ter saudades que me chames «filha».

Sobre este Homem vai tudo ser dito, escrito e mais que relido. Sobre este Homem eu só tenho uma coisa a dizer: vou ter saudades de ser chamada de «filha» sempre que lhe ligava para falar com ele sobre os mais variados temas ligados à Cultura. É mais uma das maiores riquezas que este país perde. R.I.P.

Dia R. De Ramadão.

Começa esta sexta-feira o nono mês do calendário islâmico, ou seja, o Ramadão. São milhões os muçulmanos que vão começam o período derecolhimento, meditação e penitência. Por aqui também não esquecemos este tempo tão importante para o mundo muçulmano que se caracteriza por inúmeras privações desde a alvorada até ao pôr-do-sol. 

Síria. Uma guerra interminável.

Na Síria há uma guerra civil há 16 meses. Mas isso é lá longe e não nos diz respeito, não é? Até podia ser, não estivesse eu, diariamente, a ler diariamente as chacinas que o povo sírio tem sofrido na pele e na mente.

38 anos de CDS.

A foto ilustra o primeiro acto público do CDS, há 38 anos. Hoje comemora-se a efeméride e, tal como os aniversários dos outros partidos, Platonismo assinala também o de Paulo Portas.  Foto: CDS 

Renascer.

Uma ilha que acorda com silêncios de choro, povoada agora pelo cheiro a queimado e sob uma luz natural estranha. Árvores que ainda tombam à beira das estradas. Homens e mulheres, de pijama, a caminharem no asfalto, desolados, rumo ao enterro de uma Vida inteira de suor. O relato é feito através das imagens que me chegam do Atlântico. Confesso que escrevo com as mãos trémulas. Ainda assim, a História prova que a Madeira sabe, melhor que outros, recompor-se de tragédias desta dimensão. E sei que são os choros que agora ecoam por uma ilha inteira são os mesmos que saberão renascer para de novo voltar a sorrir *platonismo@Madeira*
P.S. - Post sem imagem. Propositadamente.

Madeira.

Dia M. De Mandela.

A cobardia está nos dois lados.

«Há jogos atrás da cortina, habilidades e corrupção. Este Governo é profundamente corrupto nestas atitudes a que estamos a assistir». A afirmação foi feita por D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, na TVI24. Bem sabemos que a Democracia fomentou a corrupção e o compadrio no Estado, e atravessou todos os Executivos. Todavia, este tipo de afirmações, peremptórias, e acusatórias, são perigosas. É preciso prová-lo. Sobretudo quando tal é feito por uma figura da Igreja. Se assim é, porque não denuncia, como fez Paulo Morais há uns anos, esses casos de corrupção? Vivemos num país onde se ataca, se fala e se acusa sem provas. Esse também é outro facto. E basta recuarmos ao tempo de José Sócrates, não há muito tempo, para saber isso. Tão cobarde é o corrupto como aquele que acusa sem provar.

Passaporte para um fio muito agoniante.

Profissionais do Centro de Saúde de Odivelas recusam-se a trabalhar por 4,23 euros/hora. Isto é o reflexo de um país de terceiro mundo. Portugal é um país cada vez mais desigual, a caminhar para a pobreza extrema e, se estendermos o cenário a todos os outros sectores de actividade, estudar parece ser apenas o passaporte para uma Vida no fio da navalha.

As notas do Governo.

Fonte: Sol.

A farpa dominical.

«Vou pedir equivalências para ficar com os cursos de “Veterinária, Biologia, Informática e Astronomia”». Alberto João Jardim, referindo-se ao caso da licenciatura de Miguel Relvas.

Remodelar Relvas sim, mas com cautela.

Marcelo Rebelo de Sousa, no seu comentário semanal ao domingo na TVI, deixou um «sábio» (ironia) conselho a Pedro Passos Coelho: substituir Miguel Relvas por Marques Mendes. Ora bem, sabemos a distância que existe entre o líder do PSD e o antigo ministro de Cavaco. O caso Relvas, subdividido já em casos a mais, tem obviamente de ter uma resolução. A remodelação é a mais óbvia. Mas Marques Mendes tem falado demais na antena da TVI. E embora a sua experiência parlamentar e governativa dê «baile» a Relvas, esta sugestão vinda do professor Marcelo é um pouco ridícula.

Uma arca à medida de Fernando. Sim, esse, Pessoa.

Porque sabíamos que não conhecíamos tudo. Agora, há uma arca que desnuda Fernando Pessoa e muito para descobrir sobre um dos maiores escritores que este País já teve. Obrigada a quem nos trouxe tamanho conhecimento.

Dia TC. The Cure mode.

E do acreditar se faz Jornalismo.

Um jornal que faz numa manchete na base do «acredita» mostra bem em como, mesmo a referência jornalística cá do sítio, vai de mal a pior. Só gostava de saber, desde quando, uma convicção se transforma em notícia.

A demissão que se pede.

«Eu, no lugar do ministro Miguel Relvas, tinha pedido imediatamente a demissão, facilitando a vida ao primeiro-ministro, que bem merece». Bagão Félix, RTP.

Srebrenica não pode ser esquecida.

Cerca de 30 mil pessoas participaram, em Srebrenica, no funeral de 520 muçulmanos mortos em 1995 pelas forças sérvio-bósnias, num verdadeiro massacre e genocídio. O dia negro fica marcado no calendário no mês de Julho e no dia 11 naquela que é considerada a pior atrocidade cometida na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Um «quisto» chamado Relvas.

«O ministro Miguel Relvas é um quisto que Passos Coelho parece não ter autoridade para resolver». Augusto Santos Silva. TVI24.

Espanha. Começou a Tourada.

Em Espanha já começou a tourada. O Governo vai aumentar o IVA dos 18 para os 21%, cortar nos salários da Função Pública e nos subsídios de natal deste ano. Medidas extraordinárias de controlo do défice público que obrigaram o governo de Mariano Rajoy a avançar com a reforma estrutural da administração pública para cortar 3 mil milhões de euros este ano e 65 mil milhões até 2014. Que comece o espectáculo na arena de nuestros hermanos.

O dado. Negro.

Fonte: Público.

A Nação já não tem debate. Nem pimenta.

O Debate da Nação, para quem gosta de política como eu, começa a ser agoniante de ano para ano. O Governo cumpre o seu papel e a Oposição também. Mas num momento tão crítico como aquele que vivemos, com as metas do défice para 2012 em causa, o escrutínio do PS devia ser mais exigente. Bem sabemos que António José Seguro está refém de um Memorando que o seu partido assinou por baixo. A incongruência das declarações do líder do PS e de todo o partido neste último ano, colocando permanentemente em causa as políticas actuais e os pontos do documento, mostram que há muita fantasia pelos lados do Largo do Rato. E o próprio PS sabe disso, sabe que está a fazer uma Oposição fraca. Do lado do Governo, o discurso de Pedro Passos Coelho é o do costume. Qualquer um no seu lugar faria igual. É por tudo isto e muito mais que a política em Portugal cansa cada vez mais. A fraqueza dos seus líderes e a «invasão estrangeira» que nos está a financiar, para recordar as palavras de Jerónimo de Sousa, abor…

Médicos em greve.

Os médicos cumprem dois dias de greve, num protesto promovido por dois sindicatos e apoiado pela Ordem.Na base desta greve estão 20 reivindicações dos clínicos, sendo a mais polémica o fim do concurso de aquisição de serviços médicos. A defesa da qualidade do exercício da profissão médica e da sua formação contínua bem como as graves medidas governamentais de restrição no acesso aos cuidados de saúde para um número crescente de cidadãos, são outras das reivindicações na lista de protestos. O sector é um dos mais críticos, a nível do défice e da gestão de recursos, mas esta greve marca uma viragem muito importante no actual momento políticp. E o ministro Paulo de Macedo é, pela primeira vez, colocado à prova. O diálogo e a cooperação são fundamentais para que o grave problema que se chama Serviço Nacional de Saúde possa ser salvo. A foto é do Miguel Lopes, da Lusa.

Salazar. A sombra da balança comercial portuguesa.

Gosto particularmente da imagem de Salazar a ilustrar o desempenho da nossa balança comercial. O facto é inédito e importante. Mas, é por estas e por outras que os complexos históricos não se extinguem. E quando isto é fomentado por um jornal, tudo dito. Havia realmente necessidade de colocar esta foto? Uma pergunta que deixo no ar.

Relvas: o homem do Folclore.

Uma valorização que é muito importante, sem dúvida.

Isaltino. A vítima do regime.

Isaltino Morais é um homem com coragem. Diz o autarca de Oeiras que o Governo é «a verdadeira força de bloqueio» da actividade económica nacional e acusa o Executivo de tratar os autarcas como «delinquentes». Pois é, antes deste Governo não houve Marques Mendes que o expulsou do partido quando era líder do PSD. Pois é, antes deste Governo não houve Justiça que o investigou por actos menos lícitos no exercício das suas funções enquanto autarca. Pois é, Isaltino Morais é uma vítima do regime actual. Do antigo, isso é que não.

Previsão negra.

Dicionário de personagens da obra de José Saramago.

Chama-se "Dicionário de personagens da obra de José Saramago", é da autoria de Salma Ferraz, e será apresentado no próximo dia 23 de Julho, no auditório da Casa dos Bicos, em Lisboa. A não perder. Estão lá a Blimunda, a Mulher do Médico ou o Elefante. Mas se precisar de localizar o Rapazinho Estrábico ou o José Pequeno também não será difícil. A obra explica-lhe tudo.

Humor 'Inimigo Público'.

Gabriel. Simplesmente tu.

A carta que Gabriel escreveu é para os amigos, mas eu, como sou arisca, sinto que também é para mim. ;) Para ler aqui.

A roleta que a Troika não quer conhecer.

Um retrato preocupante mostrado pelo Diário Económico. Há 147 mil pessoas a ganhar menos de 310 euros por mês. Uma roleta que mexe com vidas. E cada uma delas só vive uma vez. Ninguém merece.

De Timor. Com amor.

Um timorense usando uma camisola da selecção de Portugal, exerce o seu direito ao voto durante as eleições legislativas em Timor Leste, a7 de Julho, em Dili. Ganhou Xanana, sem maioria absoluta. Ainda assim, corre paulatinamente e como deve a vida da jovem democracia timorense. A foto é do António Amaral, da Lusa.

Simples e directo. É isso.

«TC deu “álibi” ao Governo para cortar no privado». Marcelo Rebelo de Sousa. TVI.

Economia. A pasta que tende para o disparate.

Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, disse ao Expresso que a sua maior preocupação actual «é salvar milhares de postos de trabalho». Platonismo só quer recordar o governante que o Estado não trava nem o crescimento do desemprego nem cria empregos na economia....para tal, já nos bastou o ministro Manuel Pinho, que decretou o fim da crise económica, ali para o final de 2006...ainda nem a crise mundial tinha rebentado... Será que a pasta da Economia tem alguma queda para o disparate sucessivo que se 'pega' de legislatura para legislatura? Não sabemos, mas que parece lá isso parece. Resta saber se Álvaro tem uma melhor que os «corninhos» de Pinho para nos presentear...

A memória que nunca se vai.

Contam-me que Gabriel Garcia Marquez perdeu a memória e não voltará a escrever. Pois eu não acredito. Sei que Garcia Marquez é maior que uma mera empata a que chamam demência. E qual é o escritor brilhante que não é demente, hein? Não acredito. Não quero saber e apetece-me dizer palavrões. Sei apenas que vou-te ler a Vida inteira.