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Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2012

24 de anos de TSF. E contigo também, Carlos.

Porque sem ti, também a TSF não teria sido igual. Obrigada Eliana Cristóvão por me teres feito chegar a lembrança que todos os dias, até hoje, me marca a vida. Acho que vou ser velhinha - se lá chegar - com 'o minha filha' na cabeça. A chamar-me e eu, como de costume, a procurar e a não o encontrar. Mas sei que está cá e chama por mim...num ritual de que não prescindo. Beijo grande, e já agora, estendido à Luísa Barragon. Parabéns à rádio da minha vida pelos 24 anos. Cá estarei sempre para te abraçar e acordar contigo. *ac.tsf@cpc*

Álvaro. O simpático. Apenas.

O Álvaro pode ser muita coisa, como inexperiente nas lides políticas, os erros aconteceram e não se ficam por aqui, certamente. Mas tenho de admitir: que a minha memória se lembre, não me recordo de me ter cruzado com ministro mais simpático que este nos últimos anos. Hoje tive um encontro imediato do terceiro grau com ele, em trabalho, claro está, mas, como dizia o outro, isso agora, não interessa nada! :-) Na imagem, o ministro da Economia ao lado da secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles, na abertura da Bolsa de Turismo de Lisboa 2012.

Política. Não há puta mais gloriosa que tu.

Pedro Passos Coelho, o candidato (único, diga-se) à liderança do PSD, propõe na sua moção de estratégia global de recandidatura duas coisas que são reveladoras da linha ideológica que o caracteriza. Por um lado, a diminuição do número de deputados, associada a um sistema de «voto preferencial opcional». E depois um Estado-garantia em vez de um Estado-prestador, nas palavras do próprio. A 23, 24 e 25 de Março no congresso de Lisboa saem o resto das espinhas neoliberais. Que a Troika goste e que a São Caetano, como boa súbdita de Passos, preste as devidas honras ao querido líder, que ficará na História por ter colocado em prática, pela primeira vez, na Era Democrática, o verdadeiro programa liberal que sempre caracterizou a ala mais à direita dentro do PSD. Só é pena que nessa mesma História, tenham sido os invasores a incutir a obrigatoriedade da política. Mas, com calma, porque o conto ainda nem a meio chegou. E quem sabe, o argumento deste pesadelo, não tenha um volte-face. 

P.S. - Po…

Um dia isto tinha de acontecer. Por Mia Couto.

Refexão platónica do dia.

«O caminho com menos obstáculos é o caminho do perdedor».  Henry Wells.

Turismo - um sector à mercê da crise.

Na véspera da grande montra do turismo nacional - a BTL 2012 -, a secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles fala dos desafios neste ano difícil que o país atravessa. Com um corte de 31% no orçamento geral do sector, fazer mais com menos é a prioridade.A entrevista, na íntegra, para ler aqui.

A chanceler tomou banho. De cerveja.

A bandeja estava cheia, com cinco copos de cerveja, mas quando o empregado colocou um copo na mesa deixou cair todos os outros nas costas da chanceler alemã, Angela Merkel. Tudo aconteceu durante um encontro do partido de Merkel, a CDU, em Demmin. Afinal, a chanceler até se saiu bem do banho de cerveja.

Refexão platónica do dia.

«O maior juiz dos teus actos deves ser tu mesmo e não a sociedade».   Dalai Lama

Obrigada, Miguel.

«A minha consciência obriga-me a tornar público um episódio que sempre mantive privado, porque não me ocorreu fazer diferente. Em 2004, Santana Lopes era primeiro-ministro e eu mantinha, há uns anos, uma crónica de opinião semanal na Antena 1, cujo director se chamava Luís Marinho. Desde a tomada de posse que fui crítico contundente do Governo Santana Lopes, até que um dia o Luís Marinho me chamou e começou com uma conversa circular acabando por confessar que achava que a minha crónica devia ser substituída por um outro tipo de intervenção qualquer, talvez enquadrada com outros, e na qual ele iria meditar. Disse-lhe que não valia a pena quebrar a cabeça a pensar na alternativa: eu conhecia as regras do jogo. E ali mesmo me despedi, sem mais nem um tostão, deixando-o, ao que me pareceu, visivelmente aliviado. Hoje, depois de ter lido o depoimento do ex-subdirector da Antena 1, Ricardo Alexandre, não tenho dúvidas de que Luís Marinho continua fiel ao seu roteiro, tendo ass…

Quem partilha é feliz. Dia M - Parte (...)

Óscares 2012. Chegou a hora.

«Portugal...um país difícil de explicar».

Nothing else Matters

Wind of change.

Wind of Change é um dos maiores sucessos dos Scorpions. Gravada pela primeira vez em 1990, faz parte do álbum Crazy World, e foi escrita pelo vocalista da banda germânica, Klaus Meine, que se inspirou nas mudanças que atingiam a Europa nesses idos tempos. O fim da Guerra Fria, da antiga URSS e a queda do Muro de Berlim estão lá, em todas as letras da música. Mais tarde foi regravada em Love Bites (1995) e em Moment of Glory (2000), álbum que contou com a participação da Filarmónica de Berlim, constando ainda do trabalho Acoustica (2001). E por estes tempos há putativas mudanças no ar. Platonismo vai andar assim, com o Wind of Change a pairar por estas bandas.  Mas a tranquilidade desta sonoridade, que é também ela, um marco da última metade do século XX, fará o resto. *ac@windofchange*

Uma data que não pode ser esquecida.

Hoje assinala-se o dia em que foi decretado o fim da escravatura em todo o Império Português. Foi em 1869. Platonismo comemora a data, tão esquecida por aí.

A morte anunciada da Europa. Por José Gil.

«Sabemos que vamos morrer, mas não acreditamos. A Europa é a mesma coisa».  José Gil, filósofo e Prémio Vergílio Ferreira 2012. Jornal i

Reflexão platónica.

Separem o trigo do joio. Acuse-se depois.

Somos o país da cunha e do «tacho». Bem o sei. É um mal que é essencial erradicar. E para isso nada mais do que um concurso público. Mas também sabemos como funciona a esfera do poder. Em altos cargos da Nação, a confiança política é essencial. Gostemos ou não, temos de aceitar a realidade. E se há coisa que não gosto é de falar sem conhecimento de causa. A polémica em torno da irmã da ministra da Justiça que ocupou durante 23 dias – de 18 de Janeiro a 10 de Fevereiro – o cargo de sub-directora-geral do Ordenamento do Território, a mim cria-me urtigas. E das grandes. O factor das críticas na sociedade e dos instrumentos que tem ao seu dispor para destruir qualquer um – como é o caso das redes sociais – a par da comunicação social que mediatizou – e em parte bem – o caso, estragou tudo. O silêncio de Assunção Cristas fez o resto. Porque não é pelo facto de Manuela Teixeira da Cruz ser irmã de Paula Teixeira da Cruz que faz dela uma incompetente. Por acaso quem a critica, conhece as sua…

Confirma-se. O Presidente teve medo.

Destaque para a notícia de que a austeridade «pode custar milhares de vidas». Oh, santa paciência, a alma que se lembrou desta, deve ter achado que descobriu a pólvora.

«O que oferecemos aos desempregados é pouco»

«O que oferecemos aos desempregados é pouco». É corajosa a frase dita por Octávio Oliveira, presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional, citado pelo Público. Vale a pena ler o trabalho do diário com um homem a ocupar um lugar difícil.

'Troika e os 40 ladrões'.

Chama-se 'Troika e os 40 ladrões' e é a mais recente obra do jornalista espanhol, Santiago Camacho. No livro, o autor debruça-se sobre a crise, acusa as corporações privadas de encherem os bolsos à custa dos cidadãos e considera Portugal «o caso mais trágico» do «ataque, sem piedade, dos mercados». O FMI também não é poupado, e Santiago Camacho garante que não há inocentes nesta crise, nem mesmo instituições como o Fundo Monetário Internacional, e a cujos funcionários chama de «eurocratas». Um livro duro, apresentado esta semana em Lisboa. Vale a pena ler.

Mais um a sair do papel.

A tendência é natural e parece quase irreversível. Agora é o Público espanhol que deixa de ser impresso, mantendo apenas a edição online.Faltaram investidores que apostassem no título à moda antiga. Antes isso que a morte.

As coisas que se dizem no Parlamento.

Portugal em seca extrema.

Já é oficial. Declarada seca extrema em todo o território nacional. Não basta a fé, se bem que se há coisas que não dependem apenas da acção humana, esta é uma delas.

É só acasos.

Por acaso o julgamento em primeira instância até se vai repetir por incongruências na casa de Elvas. Por acaso, a pena de Carlos Cruz e outros condenados foi reduzido. São por estes acasos e muitos outros que a Justiça está como está e que o Correio da Manhã - desculpem-me - não tem credibilidade nenhuma.

Importa-se de repetir?