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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2011

Magia

Todos temos o poder de fazer magia. Sem idades. Sem medo nem temores. Porque a magia está em cada um de nós, sem desculpas, e, felizmente, sem imposições externas. O caminho é em frente. Estão à espera de quê?

OE/2012. Com «saudinha» da boa.

Aprovado o OE/2012, Platonismo deixa algumas das principais medidas da proposta apresentada pelo Governo e que deverá permitir reduzir o défice orçamental para 4,5 por cento no final de 2012: - Suspensão dos subsídios de férias e de Natal - Congelamento de salários - Mudanças no IVA: o escalão máximo do IVA mantém-se nos 23 por cento, mas diversos produtos - desde refrigerantes a bilhetes para o futebol - mudam de escalão. Restauração passa de 13 para 23 por cento. Electricidade dos 6 para os 23 e o tabaco chega aos 50 por cento - Menos deduções no IRS - Taxa única no IRC -Privatizações - Contenção no poder local - Redução da despesa: na Saúde 734 milhões de euros; na Educação, o corte é de 600 milhões. - Redução do défice orçamental: 4,5 por cento, o valor com que Portugal se comprometeu cumprir em 2012. Estamos bonitos. E a coisa não pára por aqui. Gosto particularmente da expressão «medidas adicionais necessárias» na boca dos nossos governantes. Como diz um amigo meu, «haja saudinha».

Radiohead. Alive 2012. ;-)

«O Processo 95385». Verdade Cinzenta.

«Almoços de negócios em escritórios de empresas onde quase sempre há um “mordomo fardado de branco” e se come “invariavelmente peixe”, seja com “ministros, presidentes de bancos ou empresários”. Cumplicidades. Trocas de favores. Rui Verde, ex-dirigente da extinta Universidade Independente, um homem que desde sempre teve “uma certa inclinação pelo PSD”, escreve sobre as relações desta instituição de ensino privada com os políticos. E sobre a sua própria tentativa de aproximação à política – começou por tentar singrar contratando três agências de comunicação». Assim descreve o Público esta edição que está agora nas bancas. A Verdade deixa de ser clara quando parte acusada no processo fala sozinho.

«A honra perdida do jornalismo».

«A notícia de primeira página do "Expresso" de sábado ("Deputado do BE João Semedo foi sócio do BPN numa clínica do Porto") é das mais inaceitáveis infâmias jornalísticas que vi em 40 anos de profissão. Os factos são os seguintes: Semedo (hoje deputado do BE) e outros médicos criaram em 1994 uma clínica no Porto, tendo com sócio minoritário uma companhia de seguros, a Real Vida; cinco anos depois, em 1999, essa seguradora foi comprada pelo BPN, então apenas mais um banco; oito anos mais tarde, em 2007, soube-se que o BPN não era, afinal, apenas mais um banco e que os seus dirigentes se haviam envolvido numa gigantesca fraude que custou milhões aos contribuintes; Semedo já estava entretanto desligado da clínica desde 2000. Em "O mundo a seus pés", de Orson Welles, Kane explica ao chefe de Redacção de um dos seus jornais que os factos podem não ter a mínima importância que o que torna uma notícia importante é o facto de ela vir na primeira pág…

As aflições de Álvaro.

A aflição de Álvaro e aquilo que as televisões não mostraram. Vale a pena ver.

O disparate do dia. À Soares.

«Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução». A frase é de Mário Soares, hoje numa entrevista publicada no jornal i. Tenho algum respeito pelo antigo Presidente da República, mas as suas demagogias actuais levam-me a crer que a sua Terceira Idade está mais complicada que o normal. Com o devido respeito pela sua 'velhice'. Irra!

O Mar que é nosso. E do Mundo.

O Mar. O Atlântico. As suas potencialidades. O que desperdiçamos. O que ainda podemos resolver. No Centro de Congressos de Lisboa o debate prossegue hoje em torno do tema. E decidi esta semana 'escrevinhar' sobre o assunto na Agenda Setting, tantas vezes falado nos últimos tempos, mas que continua com uma estratégia por cumprir nas águas do Atlântico. Que é nosso. Da Europa. E do mundo. Para ler aqui.

Parabéns, Pedro!

Com um dia de atraso, mas o mimo já te chegou por telefone. És grande, Pedro. Contigo aprendi a usar a minha liberdade e a respeitar a dos outros. Um pouco melhor. Porque, contigo, é sempre a subir.

Verdades. À Wilde.

«A experiência é o nome que damos aos nossos erros». Óscar Wilde.

O Mar. O Atlântico. E a unanimidade tardia.

Mar. Atlântico. Foram estas as duas palavras mais ouvidas hoje, no Centro de Congressos de Lisboa, naquela que é considerada a grande conferência do Mar e do Atlântico, e onde foi apresentada, pela comissária dos Assuntos do Mar e Pescas, Maria Damanaki,a Estratégia Europeia para o Mar e Atlântico, impulsionada, no ano passado, por Portugal. Nunca vi, sobretudo nos últimos anos, o poder político, nas suas mais diversas plataformas, de mãos dadas com o mar. Cavaco, Passos Coelho, Assunção Cristas, Durão Barroso, todos, unânimes, na necessidade de o país e a Europa apostar no Mar. É pena que seja tardia a aposta. Descurámos o Atlântico e as relações que durante séculos construímos. Agora, que o fundo monetário secou, é que queremos recuperá-lo. Espero que não seja tarde demais.

Belmiro começa a cortar

Fonte: Agenda Setting.

27.11.11. E a História fez-se.

Portugal visto das alturas. Porque hoje foi assim...

Da Rússia. Com amor.

O Partido Rússia Unidareunido hoje emcongressoapresentou acandidatura oficialdo primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, àseleições presidenciaisde 2012.Dmitri Medvedevrecusasegundo mandato. É caso para dizer, da Rússia, com amor.

600 mil milhões para o buraco Berlusconi.

Quando rebentar, avisem, pelo menos, com uma hora de antecedência.

Porque hoje o Fado também é teu.

Porque sei que hoje, onde quer que estejas, estás a sorrir. Esta também foi uma batalha tua, também foi um Fado teu. E Carlos do Carmo não se esquece de ti. Tal como todos nós, os que por perto sempre estarão, e te acompanharam em todas as causas que envergaste. Porque hoje, o Fado, também é teu, Carlos.

O Fado que passa agora a ser do mundo

Deixou de ser apenas nosso. «A partir de agora, o fado não é apenas a canção de Portugal, a canção de Severa, Marceneiro, Amália, Carlos do Carmo, Camané e Carminho - é um tesouro do mundo. Um tesouro que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus poetas, mas que também tem muito de universal nos sentimentos que evoca: a dor, o ciúme, a solidão, o amor», lê-se no Público. Depois de tanto escrito, tanta palavra dita, temos agora, mais do que motivos de orgulho, muito trabalho pela frente. Mais importante que a inscrição no Património Imaterial da Humanidade, o difícil mesmo, é manter a fasquia dessa inscrição. Seremos capazes. Não duvido. Que sejamos portugueses de Fado para superar o resto que nos está a tornar pobres. Hoje o Fado é aquilo que cada um de nós quiser.

Porque é Domingo...

Cada feriado custa 37 milhões ao país. Sem tolerâncias nem pontes.

O Governo apresenta amanhã aos parceiros sociais a lista dos feriados que tenciona eliminar. A redução de quatro feriados -- dois civis e dois religiosos -- é a proposta em cima da mesa. Ora e de acordo com dados de um estudo de Luís Bento, actualmente investigador do Centro de Pesquisas e Estudos Sociais da Universidade Lusófona, cada feriado custa 37 milhões de euros à economia portuguesa. Pode ser pouco, pensam uns. Eu só digo. Juntem os feriados todos, mais as tolerâncias de ponto e as pontes e depois conversamos. Nem os países mais evoluídos da Europa, nem esses, se dão a tais luxos. Que se eliminem feriados, que se trabalhe mais e que se «preguice» menos. Doa a quem doer, este país está muito mal habituado.

Todos precisam de saber para onde ir.

Mãos que cuidam.

Simplesmente...Pina. Bausch.

35 milhões. Direitinhos para Santa Comba.

Sentimos exactamente o mesmo...

‎ «Sinto-me ateniense e grego, e não cidadão deste mundo, um mundo de manajeiros , de tecnocratas sem rosto, de mãos invisíveis que ninguém controla.». António Nóvoa. Nós, por cá, sentimos exactamente o mesmo...

Dupla Merkozy ajuda Portugal. Com Licor Beirão, está claro.

Eles gostam mesmo de ajudar a malta pobre (ironia). Pois é, a dupla «Merkozy», composta pelo presidente francês Nicolas Sarkozy e pela chanceler alemã Ângela Merkel, vai fazer parte da próxima campanha da bebida portuguesa Licor Beirão, que arranca na próxima segunda-feira e se enquadra na época natalícia. O lema é o consumo ao produto nacional. Deve ser uma boa prenda de (consumo nacional) neste Natal em que deve haver muito dinheiro para gastar.

Fado. Um património de todos.

Esta madrugada (fuso de Lisboa) o país ficará a saber se temos Fado Património Imaterial da UNESCO. Em Bali (Indonésia) decide-se hoje se podemos ter mais um motivo para nos orgulharmos de uma Nação rica em tanto legado. E que não há-de perecer. Platonismo Político cá estará a torcer até ao fim.

«Caro funcionário público, quer trocar?»

A carta de Henrique Raposo dirigida a um e/ou a todos os funcionários públicos está brilhante e simples. Podia também ser a minha carta.

Quando não há notícia...dá nisto.

«Sound of silence»...silence...silence...

Sempre tu. Eça.

Hoje celebra-se a vida de Eça. Sempre presente.

A frase do dia

«A austeridade é uma receita para o suicídio». Joseph Eugene Stiglitz, Economista e Prémio Nobel da Economia 2001. 

Portugal dos pequeninos. Visto por Manuela Moura Guedes.

Ora aqui está um artigo de uma portuguesa que não tem problemas em falar de Portugal e compreender as suas dificuldades. Viajar para Nova Iorque, fazer compras nas melhores lojas da cidade e perceber que o produto nacional está lá é uma coisa chata não é? Manuela Moura Guedes no seu melhor. Para ler no artigo «Made in Portugal», no Correio da Manhã.

A imagem do país

Com a devida vénia ao Leonardo Negrão, gostei mesmo da foto, a preto e branco, talvez a imagem que hoje reflicta o país. E como diz o autor do boneco: «também eu gostava de saber de que falam estes dois».

A estupidez sindical deste país bateu mesmo no fundo.

‎ «A polícia não tem competência para a interpretação da lei da greve. É aberrante!». Carvalho da Silva, líder da CGTP. Eu tentei, ao longo de todo o dia, conter-me e evitar comentar os maiores disparates que vi e ouvi. Mas esta fez-me saltar a tampa da paciência. A polícia, Dr. Carvalho da Silva, está a trabalhar (e caso não saiba, não tem, constitucionalmente, direito à greve). E, provavelmente, muitos desses profissionais, gostavam tanto ou mais do que o senhor, de fazer greve porque, infelizmente, não ganham os milhares de euros que o senhor leva para casa mensalmente. Quem quiser que reflicta nas palavras de um dos principais líderes sindicais do país. Fez-se Greve Geral. De forma Livre. Mas perder o respeito pelo outro - pela sua liberdade - é a maior prova de défice democrático que se pode demonstrar.

Encerrado por 24 horas

«Já que a minha mamã não pode fazer greve, eu farei por dois. E pelo país, já agora. Até amanhã, silêncio e muita força nas convicções». Platonismo Político.

Platonismo apresenta...a verdadeira Assembleia da República...

...para a qual todos nós pagamos e vamos continuar a engordar.

75 anos de Life. Parabéns.

O pormenor da «Curva de Laffer» que Manuela esqueceu.

Acreditar em quê sr. Primeiro-Ministro?

«Caras amigas e amigos, Nas últimas semanas esta wall tem recebido milhares de posts, vindos de Portugueses de todo o mundo. Como imaginam, e especialmente num momento tão complicado, é-me impossível acompanhar todos eles, mas a minha equipa faz-me chegar muitos dos vossos posts e leio-os com atenção. Considero ser verdadeiramente importante conhecer as histórias e preocupações dos Portugueses reais, de modo a nunca me esquecer que as decisões difíceis que tomo medem-se não só em números e percentagens, mas em vidas e sacrifícios. Desde que anunciei, no dia 13 de Outubro, as medidas mais duras do Orçamento de Estado para 2012, muitas têm sido as mensagens de frustração ou desespero que li nesta página. Mensagens como a da Ana Isabel Albergaria que escreveu “ Exmo Sr Primeiro Ministro. Votei no senhor e ainda acredito que está a fazer o melhor que pode e sabe. Preciso muito da sua ajuda. É sobre o meu orçamento familiar. Até aqui o ordenado nunca chegava ao fim do mês. Era com os subsí…

Enjoy the Silence. Nothing else.

Olha que bom.

Fonte: Dinheiro Vivo.

Greve Geral. Um país à procura do futuro.

A Greve Geral, a crise, nacional e europeia, e como reagimos enquanto povo. Tudo para ler no artigo semanal desta semana no portal da Agenda Setting. Aqui.

Os socráticos é que sabem.

«Estão a faltar a Portugal [no âmbito da ajuda externa] entre 20 a 25 mil milhões de euros. Há o risco de os 78 mil milhões não chegarem». Carlos Costa Pina, ex-secretário de Estado do Tesouro de José Sócrates.

Tal como o País.

O Flash Mob do Miguel.Foi bonito.

Este Blogue não costuma falar de marcas. Mas o que aconteceu a 12 de Novembro, no Largo Camões, em Lisboa, foi...bonito.

Dia Mundial da Televisão.

Hoje celebra-se o Dia Mundial da Televisão. Vale a pena recordá-lo.

Há 'Portugais' e 'Portugais'. Não é, Dr. Alberto João Jardim?

Fonte: DN Online

O impensável.

A ser verdade a manchete do jornal i, é lamentável que o Estado português, por via indirecta, esteja a fazer aconselhamentos deste género. Vivemos num tempo onde tudo se permite e onde os governos se substituem aos Estados de Direito e a todas as normas que o deviam reger. Lamentável.

Espanha vira à direita!

Homenagem. Mais uma. Merecida.

Manoel de Oliveira, aos 102 anos, e o cineasta mais velho do mundo, foi homenageado a 17 de Novembro pela Universidade Portucalense do Porto. Merecido.

A frase do dia

«Fui convidada pela Maçonaria e pela Opus Dei, mas não fui para nenhuma». 
Assunção Esteves. Presidente da Assembleia da República. Público.

Jornalismo sem vergonha!

Em todo o caso Duarte Lima/BPN só tenho uma coisa a dizer: as fugas de informação percepcionadas, a olho nu e sem vergonha, no dia da detenção, são VERGONHOSAS. Eu, enquanto jornalista, teria vergonha de aceitar uma «cacha» daquelas, sendo um entrave à acção da PJ e do Ministério Público. Também sabemos que foi de ambas as instituições que sai a «chibataria», mas é lamentável que, num Estado de Direito, a comunicação social ultrapasse limites como os que assistimos. Onde anda a Entidade Reguladora? Ah, esquecia-me, está em mudança de mãos.

O Trio Maravilha.

Um Belo Trio. Não Odemira mas de Longas Noites a Tentar Enriquecer de Forma, digamos, menos Lícita? Pronto, a minha veia irónica hoje está muito deficitária.

O beijo da Troika

Fonte: Henricartoon.

Detido.

Queixume? Ou acaba ou não vamos lá.

A fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra, os salários do sector privado deverão seguir o exemplo do sector público e aplicar reduções sustentadas. Esta é a conclusão da missão tripartida da Troika que ontem fez mais uma avaliação trimestral do desempenho do programa de ajustamento financeiro do nosso país. As campainhas e os gritos logo soaram. O que ainda me espanta é que haja almas surpreendidas com a notícia. Esperavam o quê? Somos um país que padece de uma competitividade crassa. Sem ela, não há salários mais dignos. E em vez de o povo se queixar - como é apanágio em Portugal - com cortes de subsídios e afins, devia pensar que só trabalhando mais e melhor pode ganhar também mais e dignamente. Mas, até lá, há um longo e penoso caminho a percorrer. Por isso, deixemo-nos de queixumes e «bora» lá com este País para a frente.

Calem-nos de uma vez.

Estou em choque. Choque mesmo. Do bom e do mau. Diogo Infante, Director do Teatro Nacional D. Maria II, anunciou hoje a suspensão de toda a programação de um dos maiores teatros portugueses para o ano de 2012. Diogo Infante justifica a decisão com o corte de 36 por cento nas verbas, ao qual acresce o aumento do IVA para 23 por cento nos espectáculos. Nem a Cultura nem o Povo resistem à matança completa de um património universal? O poder político, como em todos os regimes, sabe que calar a Cultura é calar um povo. E um povo em silêncio merece a classe que os governa. Vou só ali dar um grito e já volto.